28.4.08

dreams

escrever sobre sonhos é tão subjetivo quanto eles. mais ainda em um dia desses que se tem um daqueles sonhos que misturam tanto os fatos que por mais que se saiba que não passou de um sonho é difícil não acreditar nessa realidade paralela.

porque sonhamos? o que os sonhos significam? pois é, as mais diversas explicações aparecem por aí, acredita-se no que se quer acreditar, mas que um sonho significa alguma coisa, isso é inegável. sonhamos porque o cérebro insiste em não descansar, sonhamos com quase todo que podemos sonhar, com o que conhecemos e com o desconhecido, sonhamos acordados...

tem aqueles que insistem tanto em não desligar o aparelinho de pensar que mesmo com uma anestesia geral, ainda assim, se mantém consciêntes e escutam, pensam, sentem! será sonho ou realidade? nem freud explica.

dizem que os sonhos são responsáveis pelas sensações de "deja vu", dizem que os sonhos são sinais, precentimentos... wathever, mas uma coisa é certa, os sonhos me intrigam.

9.4.08

i saw the flowers

press the play
feel the bass
feel the pulse
close your eyes
shake your head
blink, blink, blink

there they are
the flower
or whatever


"round and roud there's a sound that is running through my brain"

química

somos todo química
moléculas arranjadas e desarranjadas
reações constantes


quem era aquela mulher que me dizia, quando pequeno, que eu não era nada mais do que uma baleia, um leão ou um macaco. que me dizia que as plantas respiravam e que me ajudavam a respirar.
pois é, ainda hoje existem grandes verdades que parecem brincadeira de tão extraordinárias a primeira vista. a poucos anos quem dissesse que estaríamos nos vendo e falando por aparelhos sem fio do tamanho da palma da mão de qualquer lugar do planeta para qualquer outro era considerado maluco.
quem não se surpreende com a facilidade dos pequenos e a sua adaptação as novidades da vida, hoje uma criança de quatro anos está usando a internet, microondas, namorando..

nesse ritmo existem muitas coisas que são deixadas de lado e quando vêem à tona surpreendem, abismam, nos fazem entender que mesmo com tudo que nós, humanóides, inventamos, existem princípios básicos que não devemos abandonar.


quando por alguns momentos podemos controlar a química da qual somos formados a única conclusão a que se chega é que todos esses "brinquedinhos" só sevem para disfarçar o óbvio. tudo do que verdadeiramente precisamos está dentro de nós. nosso corpo pode produzir tudo que quiser, se estimulado para que o faça.
alegria, adrenalina, euforia, tristeza, desconforto, cansaço, emoções e sensações em geral podem ser controladas , todo dia, a cada momento. o poder e a lógica do nosso corpo é tão sensacional que com certa ajuda química se pode ter a real noção de como você se sentiria no lugar de outra pessoa. o nosso corpo é um labirinto de várias saídas, normalmente cada um escolhe a sua. quando você conseguir ver o labirinto como um todo saberá como todos reagem e se sentem.
é tudo tão lógico que parece fantasia, não é possível que se resuma a isso, somos estimulados a acreditar que a complexidade do universo é infinita e que somos um minúsculo grãozinho componente deste sistema complexo, mas se puderes ver o labirinto e suas possibilidades, perceberá que nada é tão complexo assim, está tudo dentro de ti. afinal como diria a professorinha, o que muda é a maneira como as células se organizam, mas a essência é sempre a mesma!

8.4.08

sentindo o sentido

como é importante sentir.
as sensações são as mais variadas possíveis
dia após dia, elas mudam e se repetem,
dificultam e facilitam a vida
expressão...

sentir o mesmo que o outro é um presente
raramente encontrado
como é importante saber,
saber que existe alguém que sente o mesmo
seja o mesmo o que for

compartilhar sensações é se compartilhar
é desfrutar de um universo paralelo integrado

quando sentires o que eu sinto saberemos
sentiremos que não somos tão individuais assim
dessas sensações tudo pode se multiplicar
e um mundo comum surgirá